segunda-feira, 21 de junho de 2010

Piores da Semana




E agora em homenagem ao CQC, vamos as piores noticias da semana:

1ª) "A atriz Charlize Theron deixa salão de beleza em Los Angeles após fazer as unhas. No detalhe, unhas do pé da atriz pintadas em tom de cinza (20/06/2010)"

http://celebridades.uol.com.br/album/20100614_album.jhtm?abrefoto=27

NÃÃÃOOO! ISSO É UMA CATÁSTROFEEEEEEEE!
hahahaha!

2ª) "Amy Winehouse apresenta o novo namorado ao pai"

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI148939-9531,00-AMY+WINEHOUSE+APRESENTA+O+NOVO+NAMORADO+AO+PAI.html

Ufaaa...ainda bem que o sogrão gostou né ? Já pensou se ele não gostasse...

3ª) "Unhas de Perlla assustam artistas em viagem "

http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/maratoma/2010/06/18/maratoma-dos-artistas-ou-bbb/

Já falei pra ela trocar de manicure...mas ela não me escuta...

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Fontes: uol.com.br, globo.com

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Valeuu pessoas, tenham uma ótima semana e espero que vocês não estejam muito triste com as noticias acima, eu sei que é dificil, mas tem que ter força ...
hahaha!

Beijo grande e Brasil vamos para o Hexa!

quarta-feira, 14 de abril de 2010




Um texto do Blog Tricolor do site http://www.clicesportes.com.br

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1§ion=Blogs&p=1&coldir=2&blog=132&topo=4238.dwt&uf=1&local=1

Por um Grêmio pra cima, mesmo que seja sem rima


Borges está de volta, pra provar que é matador;

Mas espero que outra notícia ganhe maior alarido;

Hoje eu quero ver novidade é na postura do Tricolor;

Um Grêmio que além de forte, seja bravo e aguerrido.


Eu sei que bravura e técnica formam bela combinação;

Renato comprovou isso com 2 golaços lá no Japão;

Mas se for pra ter só um, não quero drible, quero carrinho;

Era o que dizia Felipão, no Grêmio e na Seleção canarinho.


Lambreta sou a favor, chapéu e janelinha também;

Mas sem gana e vontade, isso vira atração circense;

Jogador limitado e valente, até aí tudo bem;

Mas se for craque e molenga, vá jogar no Fluminense.


Existem derrotas cabíveis, onde todos se doaram;

Mas outras são irritantes, quando todos se arrastaram;

Não to pedindo goleada, nem lances de pura magia;

To pedindo sangue no olho, como o Dinho fazia.


Zebras acontecem, são coisas desse esporte;

Mas a lógica também aparece, e com uma freqüência maior;

E a lógica é dar Grêmio, quando se mostra ser forte;

Sendo forte dá pra ganhar, mesmo sendo o pior.


A vitória é o principal, mas se você prefere a estética;

Se contente com essas rimas, mesmo sem ter muita métrica;

Hoje quero ver luta e bravura, não importa o contexto;

Quer beleza? Fique com as iniciais, dos parágrafos desse texto.

terça-feira, 13 de abril de 2010

David Coimbra - Texto: O Homem Superior


Mais um texto do David Coimbra, dessa vez sobre o Tcheco (pra quem me conhece, sabe que sou um grande fã do Tcheco).

Valeuu, abss!!

www.clicesportes.com.br - Blogs: David Coimbra
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/?topo=13,1,1,,,13

Texto:

O homem superior

-
Getúlio Vargas. Flávio apreciava, mesmo, a retórica incandescente do jornalista Carlos Lacerda, alcunhado de “O Corvo”. Então, quando Getúlio desceu do Rio a Porto Alegre para uma visita oficial, Flávio torceu o nariz. E, quando soube que ele e outros estudantes teriam uma audiência com o presidente, não se mostrou envaidecido ou entusiasmado. Não gostava de Getúlio, não acreditava em suas boas intenções.

No dia da audiência, Flávio postou-se diante de Getúlio com o queixo erguido pela arrogância típica da juventude. Levava, no olhar, o brilho cínico dos seus 20 anos e, debaixo do braço, um projeto que, tinha a certeza, revolucionaria a universidade brasileira. Getúlio deu a chamada passada d’olhos no projeto e disse:

— Vamos ver isso com mais calma amanhã.

E marcou nova reunião. No dia seguinte, Flávio Tavares viu-se a sós numa sala com Getúlio Vargas, os dois cara a cara, o maior personagem da história política brasileira e um anônimo estudante de uma universidade do sul do país. Aí deu-se a magia. Getúlio foi tão atencioso, tão paciente, que Flávio saiu da sala flutuando. A partir daquele momento, tratou de aprender mais sobre Getúlio Vargas, e aprendeu, e passou a admirá-lo. Pouco mais de um mês depois, Getúlio sentou-se na beira de sua cama no Palácio do Catete e desferiu um tiro de .32 no próprio peito.

Alguém pode achar que a admiração de Flávio Tavares por Getúlio Vargas foi gerada pelo fascínio que emana do poder. Não creio. Creio que Flávio Tavares reconheceu em Getúlio Vargas algo que ele próprio possui: valores morais.

A maioria dos homens, neste Vale de Lágrimas, move-se por dinheiro, fama ou poder. A grande maioria. Alguns poucos não. Alguns poucos, o que lhes importa é o que carregam na alma, o que acreditam, suas crenças, suas ideias, seus sentimentos. E isso é intangível, e é poderoso.

Se é raro encontrar homens assim na sociedade em geral, no futebol isso é quase impossível. O futebol é, por natureza, uma atividade superficial.

Domingo passado, porém, encontrei uma ave rara no ambiente do futebol. Tcheco foi ao Bate Bola, da TVCOM, e narrou uma história que demonstrou o tipo de figura que ele é. Disse Tcheco, que, quando estava na Arábia, sonhava em voltar ao Grêmio. Não por sentir falta da feijoada do Continental, do chope cremoso do bar do Atílio, das pernas longas das loiras de Porto Alegre ou das manhãs amenas sob os plátanos do Menino Deus, mas só e tão-somente para dar um grande título ao clube.

— Era algo que eu tinha de fazer — disse, e com essa frase disse tudo: ali estava um homem que sentia a necessidade de fazer algo.

No entanto, Tcheco leu em algum lugar que o Grêmio não o queria de volta.

— Aquilo doeu — confessou. — Liguei para o Pelaipe, que nem era mais diretor do Grêmio, e perguntei se era verdade.

Pelaipe, por sua vez, falou com o presidente Odone, que, mais do que depressa, recontratou o jogador.

— Não queria saber de salário, de luvas, de contrato, de nada. Só queria voltar para dar um grande título ao clube — completou Tcheco.

É um jogador desse quilate que ora veste a camisa do Grêmio. Eis um ser humano superior, que não está no mundo apenas pelo que o mundo pode lhe dar, mas pelo que ele pode dar ao mundo. Como deu um Getúlio Vargas, como dá um Flávio Tavares. Passei a acreditar no futuro do Grêmio depois de descobrir quem é Tcheco.

*Texto publicado em ZH em 6 de maio de 2009

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Um exemplo a ser seguido!




http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1482046-5604,00-ESTUDANTE+DE+CAMPINAS+E+APROVADA+EM+MEDICINA+POR+UNIVERSIDADES+PUBLICAS.html

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010



VALEU RÉVER!

"Só tenho a agradecer a todos no Grêmio, desde a diretoria até a torcida. Eles sempre me apoiaram e são os principais responsáveis por minha ótima passagem no clube. Vou guardar com muito carinho este período que estive no Grêmio e de longe continuarei a torcer por meus ex-companheiros. Sempre disse que só sairia do Grêmio se fosse interessante para todas as partes e tenho certeza de que isso aconteceu.

"Só tenho a agradecer a todos no Grêmio, desde a diretoria até a torcida. Eles sempre me apoiaram e são os principais responsáveis por minha ótima passagem no clube. Vou guardar com muito carinho este período que estive no Grêmio e de longe continuarei a torcer por meus ex-companheiros. Sempre disse que só sairia do Grêmio se fosse interessante para todas as partes e tenho certeza de que isso aconteceu.

Logo que cheguei ao Grêmio pude perceber que se tratava de um clube especial. Ter a oportunidade de jogar em um clube de tanta tradição e com uma torcida enorme e participativa sempre foi o meu sonho de infância. Em Porto Alegre consegui atingir este objetivo e o Grêmio acabou ganhando mais um torcedor. Olho para a camisa tricolor e só vejo ótimas lembranças, como superação, raça, vitórias, amor e trabalho, muito trabalho. Por conta disso tudo, peço licença para a torcida me deixar ter também o Grêmio no meu coração, para sempre.

Fico feliz por esta transferência para o Wolfsburg, que é o atual campeão do Campeonato Alemão. Saio de um clube com muita tradição no futebol brasileiro para outro que está cada vez mais forte na Alemanha. Quero fazer meu trabalho na Europa, como fiz no Brasil, e conquistar meu espaço. Será um grande desafio para minha carreira e me sinto preparado para as dificuldades que vão surgir.

Muito obrigado a todos,


Fico feliz por esta transferência para o Wolfsburg, que é o atual campeão do Campeonato Alemão. Saio de um clube com muita tradição no futebol brasileiro para outro que está cada vez mais forte na Alemanha. Quero fazer meu trabalho na Europa, como fiz no Brasil, e conquistar meu espaço. Será um grande desafio para minha carreira e me sinto preparado para as dificuldades que vão surgir.

Muito obrigado a todos,"

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Leãoooo daaa estradinhaa!!




Leão da Estradinha
Meu querido esquadrão
Leão da Estradinha
Serás eterno em meu coração

Torcer por suas cores é sensacional
Rio Branco querido não existe outro igual
A bandeira alvi-rubra, a mais linda que há
Orgulho maior de Paranaguá

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

"Quem quer ser feliz?"

"O escritor deste tempo, o preferido entre os preferidos, é o americano Philip Roth. Não gosto dele.

Escreve bem e tudo mais, mas há algo nele que me incomoda – os seus méritos. As qualidades de Roth como escritor tornam seus livros irritantes, para mim. Porque Roth consegue reproduzir com precisão os dramas desta época, os conflitos psicológicos, as angústias das pessoas. Seus personagens são como a gente real e respirante do século 21, gente psicanalisada, autocentrada, que superestima os próprios sentimentos.

É uma das marcas mais características do Ocidente pós-Freud, e não é culpa de Freud, Freud era um filósofo, não podia prever a livre adaptação ideológica que os homens fariam de seu sistema de pensamento. É como Cristo, que nada tem a ver com as derivações do Cristianismo.

Não exatamente a psicanálise, mas seu subproduto ideológico é muito adequado ao nosso mundo feminino, no qual as pessoas consomem boa parte do seu tempo pensando em como se sentem e em por que assim se sentem. Atravessam a existência “em busca da felicidade”. Dia desses ouvi de passagem uma frase dita por um personagem de novela. Foi de passagem mesmo, não assisto novela – tenho preconceito contra novela e comédia romântica, e sou muito cioso com alguns de meus preconceitos. Enfim, ouvi o personagem desabafar:

– Eu só quero é ser feliz.

E volta e meia ouço pais suspirando:

– O importante é que o meu filho seja feliz.

Perfeito. É isso mesmo que as pessoas querem. A tal da felicidade, como diz a balada de Natal. Não chega a ser um desejo tolo. É apenas um pouco egoísta e bastante fútil.

Já eu não me preocupo se meu filhinho será ou não feliz. Preocupo-me em fazer dele uma pessoa que mereça ser feliz. Prefiro que ele tenha uma dignidade sólida, antes de uma felicidade banal. Prefiro que ele não seja como um dos chatolas personagens de Philip Roth.

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Um governo, como um pai, também deveria tentar fazer de seu povo não um povo feliz, mas merecedor da felicidade. Exemplo: no fim do século 16, a Inglaterra fundou seus primeiros colégios públicos, gratuitos. Eram tão bons, que logo os membros da nobreza passaram a pagar para matricular seus filhos neles. Já na Alemanha, que nem Alemanha era nesse período, era uma reunião de principados independentes, na Alemanha a Educação é OBRIGATÓRIA há 400 anos. Os governos britânico e alemão não distribuíram dinheiro aos seus povos. Deram-lhes Educação. Que lhes deu dignidade.

Na poeira dos séculos, alemães e ingleses muitas vezes foram infelizes. Passaram por guerras, revoluções e cataclismos, ao cabo dos quais restaram arruinados, aos pedaços. Não tinham dinheiro, não tinham nada. Tinham apenas o que lhes ia na alma. A dignidade. Com dignidade, se reergueram, foram em frente, são o que são. Merecem a felicidade. O que é muito melhor do que ser feliz.


* Texto publicado hoje em Zero Hora"

David Coimbra - http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/?topo=2,1,1

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Trair faz bem para o homem?

Quem ler o título deste tópico vai pensar que se trata de um tópico machista, defendendo a traição.
Não é nada disso, posto aqui apenas a opinião de uma renomada PSICÓLOGA. Vejamos um trecho da sua teoria:

"Maryse Vaillant, uma das mais famosas psicólogas francesas da atualidade, causou polêmica ao defender, em livro recém-lançado na França, que a infidelidade masculina faz bem para o relacionamento e para a autoestima do homem. Na publicação "Les hommes, l'amour, la fidélité" (Os homens, o amor, a fidelidade), a autora afirma que para a maioria dos comprometidos a infidelidade é quase inevitável e essencial para o funcionamento psíquico – e que apesar de pularem a cerca, eles não deixam de amar suas mulheres. A psicóloga não para por aí: “Os homens que não têm casos extraconjugais podem ser portadores de uma fraqueza de caráter, por negarem as suas vontades”."

Para ler o restante da matéria: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2010/01/13/trair-faz-bem-para-o-homem-defende-psicologa-francesa.jhtm

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A minha opinião é a seguinte. Não vou julgar quem trai ou quem traiu, pode acontecer. Porém, eu acredito que se você está com uma pessoa você deve dar o seu melhor pra fazer com que de certo e com que a pessoa seja muito feliz ao seu lado. Acredito que quando a gente tá com alguém que a gente realmente ama, essa pessoa nos completa e faz a gente não pensar em mais ninguém a não ser ela. Mas essa é só minha humilde opinião. E a de vocês queridos leitores, qual é ?
Um grande abraço a todos e um EXCELENTE 2010